terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Lembrança paterna

Não sei porque Charles Chaplin lembra-me tanto o meu pai... talvez pela exclusão, tristeza aparente, vai saber... fisicamente nada, papai era loiro dos olhos azuis... as vezes era, as vezes se fazia de alienado, mas era meu pai, de Chaplin só o palhaço e um tremendo dom artístico que pendia para delinear túmulos e madeira como lhe aprazisse^^.
Estou com saudades de meu papai... a vida aqui será tão longa e por tanto tempo não mais o verei... dói. Este meu estado se deve ao fato de que meu baile de formatura da faculdade está chegando, e mesmo que não sou uma médica ou advogada como ele queria, sentiria orgulho de mim, e eu queria que ele me visse, estivesse lá... mesmo que com uma garrafa escondida no paletó.
Papai... perdoe-me nunca ter lhe dito... mas o amo tanto... pra sempre. Que Deus cuide de ti aonde estiver.

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