segunda-feira, 14 de junho de 2010

O Vôo da Borboleta

Ha algum tempo atrás, dia 10 de março pra ser mais exata, uma nova amiga pegou minha mão esquerda e depositou nela uma cartinha. Eu lhe sorri e abri para ler, era uma mensagem que EU realmente precisava ouvir, ela tinha todo o sentido do mundo pra mim naquele momento, talvez hoje, possa fazer para você.



"Um dia, uma pequena abertura apareceu num
casulo; um homem sentou e observou a borboleta
por várias horas, conforme ela se esforçava
para fazer com que seu corpo passasse através
daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer
qualquer progresso.
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Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia,
e não conseguia ir mais.
Então o homem decidiu ajudar a borboleta:
ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo.
A borboleta então saiu facilmente.
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Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha
as asas amassadas.
O homem continuou a observá-la, porque ele
esperava que, a qualquer momento, as asas dela
se abrissem e se esticassem para serem capazes de
suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.
Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida
rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas.
Ela nunca foi capaz de voar!
O que o homem, em sua gentileza e vontade de
ajudar não compreendia, era que o casulo apertado
e o esforço necessário à borboleta para passar
através da pequena abertura era o modo pelo qual
Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta
fosse para as suas asas, de forma que ela estaria
pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
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Algumas vezes, o esforço é justamente o que
precisamos em nossa vida.
Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas
sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados.
Nós não iríamos ser tão fortes
como poderíamos ter sido.
Nós nunca poderíamos voar.
Eu pedi forças...
e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte.
Eu pedi sabedoria...
e Deus deu-me problemas para resolver
Eu pedi prosperidade...
e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem...
e Deus deu-me obstáculos para superar.
Eu pedi amor...
e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores...
e Deus deu-me oportunidades.
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"Eu não recebi nada do que pedi...
mas eu recebi tudo de que precisava".


Acho que hoje, eu precisava reler essa cartinha para renovar as minhas forças... Acho que sempre queremos mais... e muitas vezes, temos tudo e não enxergamos.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

E assim caminha a humanidade...



Estava aqui pensando hoje... O msn está num silêncio de morte, as tavernas também, é a rotina voltando ao normal. com o carnaval mais cedo este ano, o país começa a girar mais cedo também.

Tem feito dias extremamente quentes e eu fico pensando no que será de mim quando tiver que pôr uma calça djeans e uma blusa descente (fechada) para trabalhar... por que penso isso? - Bom, é porque minha escola é tombada como patrimônio histórico e não podem colocar ventilador nelas. Por vezes cheguei a pensar que os tijolos da parede derreteriam, mas quem derretia era meusmo eu. Levava sempre uma garrafinha de água bem congelada para tentar aguentar até o intervalo, mas não sei porque, nem como, quando todos descíamos para a sala dos professores, nunca havia água na jarra. Também tinha pena dos professores que ainda às 15:30 não haviam almoçado e iam comer com as alunos mas semrpe tinham indigestão, pois as cozinheiras não gostam e sempre sai comentários toscos.
Uma amiga minha, a simone, ela não gosta da palavra pena, capaz de dizer que eles deviam carregar um lanche consigo... ela é um espírito andante qual tenho muita coisa a aprender.

Acabei de ouvir que uma escola daqui, poderá pegar professores para darem aula por meio período, salário, 400,00. Posso dizer que isso é menos que a mensalidade da faculdade.

Como deve-se notar, estou desmotivada e decepcionada com minha profissão. Conversando com um amigo, ele me deu mil motivos que me convenceram a crer que o professor tem tudo pra ser uma classe revoltada, pois é. Embora foi uma classe muito mais unida que hoje, pois antigamente, quando se fazia greve, a escola parava, e algo se conseguia. Hoje não, os professores faem greve, eles colocam as substitutas no lugar e fica meio em vão o esforço. Mas vale também dizer, que às vezes só nestes casos, uma substituta consegue dar aula por uma semana inteira.

Agora eu quero falar de outra coisa.... uma mais leve e feliz.

Nunca neguei ser fã de Tim burton, e ha muito tempo atrás, quando saiu a primeira notícia, início de 2008 de que em outubro daquele ano poderíamos ver a versão dele para Alice no país das maravilhas, meu coração acelerou, passei a curtir a longa espera que seria... mas logo vi que era estréia para 2010. Foi aquela sentada de boneca de pano.
Calro que no filme Johnny Depp e Helena Bonhan Carter estariam nele, pois falar em Tim Burton, é o mesmo que falar neles dois. Mas eu achei a Anne Hattaway linda de rainha branca.... e os cenários também macabramente perfeitos. o johnny, lembra-me de perto o Frodo, e a Helena, testudamente perfeita, que maquiagem, meu deus... perfeita!
Ansiosamente aguardando...

quarta-feira, 25 de novembro de 2009


Chegando da cidade maravilhosa... acho que a ocasião pede um post sobre a viagem, pois maravilhosas mesmo, são as lembranças que trago na memória... as imagens que ninguém nos pode tirar, as palavras ouvidas, a recepção ao turista, o homem em contato com a natureza. É impossível olhar o mar agitado, bravo, forte de Copacabana e não ver nele a mão do criador.
Como paulista que sou, acostumada com muito trabalho, trânsito, estresse, buzina, estar no Rio faz parecer estar em outro país, pois é um povo mais calmo, alegre, feliz, que trabalha sim, mas sabe curtir a vida.
Divertido ver todo mundo me olhar e discutir entre si se eu era americana ou espanhola... dava mesmo pra pagar de qualquer uma das duas, isso ajudou ser ainda mais bem tratada, já que carioca adora dar informação. Um paulista te ensina o caminho, se não for tirada de alguém atrás de um balcão ou de um posto de gasolina, capaz que você pare em Minas, o mínimo no oposto de onde queria ir. Um carioca te ensina e repete 3 vezes para você decorar e chegar lá.
Rio... já tenho saudades de você...

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Amar e amar...

Acho que esta é a visão exata que os alunos têm de mim lá na frente da sala.... não fisicamente, mas um cantinho organizado e um mega sorriso o tempo todo.
Eu adoro ser professora, com todos os pontos engativos existentes, os positivos são muito mais, não me vejo fazendo outra coisa nesta vida... amo de verdade cada aluno que tenho, até os que me enfrentam... como me orgulho...

Só um desabafo....

domingo, 19 de abril de 2009

Dia do Índio




Rosto pintado, descalços, com penas na cabeça e uma flecha ou lança na mão e ouvindo o adulto contar sobre os índios do Brasil. É assim que, na avaliação de estudiosos e defensores da causa indígena, é lembrado o Dia do Índio, uma data que, segundo eles, devido ao seu tratamento, se aproxima do folclore.
Os pesquisadores dizem que a situação do índio na Bahia, assim como em todo o Nordeste, chegou a um nível de esquecimento em que a sociedade reconhecer um índio como tal não é fácil, devido à visão estereotipada de que o índio tem de ter pele morena, usar cocá, ter olhos puxados e cabelo liso.
“O que é mostrado para as crianças são os índios com caras pintadas, o índio que habitou o Brasil, que os portugueses encontraram. Não se fala dos povos que estão aí em busca de dignidade, que foram massacrados, que perderam suas terras e lutam por sobrevivência”, frisa José Augusto Sampaio [Coordenador da Associação Nacional de Ação Indigenista (Anai)] analisa que a data de hoje nas cidades e escolas, sobretudo particulares, serve mais para estereotipar o índio enquanto ser que existiu, relegando-o ao passado, como se na sociedade de hoje não fosse mais possível de encontrá-lo.
Vamos aprender um pouco?

História do Dia do Índio

Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril?

Origem da data

Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste contimente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.

No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.

Comemorações e importância da data

Neste dia do ano ocorrem vários eventos dedicados à valorização da cultura indígena. Nas escolas, os alunos costumam fazer pesquisas sobre a cultura indígena, os museus fazem exposições e os minicípios organizam festas comemorativas. Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais.

Devemos lembrar também, que os índios já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda ocorre, pois com a mineração e a exploração dos recursos naturais, muitos povos indígenas estão perdendo suas terras.


Fonte: www.suapesquisa.com e www.atarde.com.br


quarta-feira, 1 de abril de 2009

Bonecas de Papel


As bonecas de papel existem desde que existe o papel. As figuras de papel foram usadas em rituais em culturas asiáticas durante vários séculos. Uma cerimônia japonesa de purificação, que data pelo menos de 900 A.D., incluiu uma figura e um objeto de papel dobrado, semelhante a um kimono, foram lançados ao mar em um barco. Os povos de Bali faziam fantoches da sombra do couro e do papel antes da era Cristã, embora não haja registro de que eles tenham feito trajes separados para estas figuras. No Oriente, foram feitas muitas bonecas de papel dobrado ou confeccionadas de outra maneira, mas estas são tridimensionais. Na França em meados dos anos 1700, surgiu a figura do salt-jaque, um cruzamento entre o fantoche e a boneca de papel, para satirizar a nobreza. Outras culturas tiveram formatos distintos da arte de papel, como China (Hua Yang), o Japão (Kirigami), a Polônia (Wycinanki), e Alemanha e Suíça (Scherenschnitte).

À exceção do kimono mencionado anteriormente, estas figuras de papel não cabem a rigor na definição de boneca de papel porque não incluem roupas para as figuras. Os exemplos das primeiras bonecas de papel verdadeiras foram encontrados em grandes centros como Viena, Berlim, Londres e Paris. Eram figuras pintadas a mão e trajes criados para o divertimento de adultos ricos. Alguns acreditam que tenham sido feitos por uma costureira para mostrar formas reais, ou podem ter sido feitos como sátiras sócio-políticas das figuras populares da época. Em um museu parisiense encontra-se um conjunto de figuras raras pintadas a mão, datadas do final dos anos 1780. Em 1791, uma propaganda de Londres anunciou uma nova invenção, então chamada a boneca inglesa. Era uma figura de uma jovem, com oito polegadas de altura, com um guarda-roupa completo de roupa íntima, acessórios para cabelos e seis conjuntos de roupa completos. Bonecas semelhantes a esta foram vendidas também na Alemanha. As bonecas de papel só passaram a ser produzas em larga escala e para as camadas mais populares no início do século XX.

Nos anos 1900 houve uma febre das bonecas de papel nos muitos setores voltados para a mulher e a criança, como revistas femininas e infantis. Elas passaram a aparecer também no cadernos femininos e infatis de diversos jornais e outras publicações. Muitos artistas dedicaram-se anos a fio à criação e publicação das bonecas. A era de ouro das bonecas de papel ocorreu entre as décadas 1930 e 1950, quando sua popularidade atingiu índices nunca superados. Mesmo durante a Segunda Guerra Mundial elas continuaram sendo fabricadas, apesar da escassez de papel.

A primeira boneca comercial foi fabricada em Londres (1810) por S&J Fuller, e chamava-se Little Fanny. A primeira boneca de papel produzida na América do Norte foi em Boston (1812) por J. Belcher. Nos anos 1820, conjuntos de bonecas eram produzidos na Europa e exportados para crianças de famílias abastadas em outras partes do mundo. A primeira boneca de papel retratando uma pessoa famosa foi da bailarina Marie Taglioni, nos anos 1830 e nos anos 1840 foi publicado outro conjunto reatratando desta vez a bailarina Fanny Elssler e nesta mesma década foi publicada a boneca da Rainha Vitória. Atualmente estas bonecas são consideradas valiosas raridades.

As celebridades e as estrelas de cinema eram muito populares e retratá-las era muito simples nos anos 1930, 1940 e nos 1950, quando não haviam sido regularizados os direitos de reprodução. As estrelas de cinema e suas imagens eram geralmente propriedade dos estúdios, e elas mesmas nunca viram a renda de sua venda como bonecas de papel. Com as imagens de celebridades protegidas hoje pelas leis, um editor deve pagar pelos direitos de reproduzir nossas estrelas favoritas no formato de bonecas de papel.

Alguns estudiosos da história das bonecas de papel atribuem ao surgimento da Barbie como causa do declínio na popularidade das bonecas de papel na década de 1960, contudo na década de 1990, a Barbie era uma das bonecas de papel mais populares entre crianças e colecionadores. As versões da Barbie em papel e de sua irmã, Skipper, eram amplamente comercializadas nos anos 1970 para suplementar suas parceiras tridimensionais. O namorado Ken também foi vendido no formato de papel.

As bonecas são desenhos de traços simples, vestindo roupa básica. As roupas e acessórios vêm em separado, com abas sobre os ombros e outros pontos do corpo para serem dobradas sobre o corpo da boneca, como forma de sustentação. As bonecas trazem em geral um conjunto de roupas, podendo ser trocadas e alternadas, entre saias, calças, blusas, sapatos, chapéus.

As bonecas de papel são brinquedos que estimulam a imaginação e a criatividade, através das amplas possibilidades oferecidas pelo material. As crianças podem facilmente confeccionar novas roupas e acessórios, bem como criar suas próprias bonecas. Além disto, algumas das bonecas trazem complementos que podem ser coloridos pela criança. O fato de ser um brinquedo bi-dimensional exige que a criança se utilize mais da imaginação do que o fazem os brinquedos tri-dimensionais e com detalhes mais realísticos, com acessórios prontos, que não dependem da criatividade da criança. As bonecas de papel atuam sobre a imaginação da criança como as ilustrações dos livros, estimulando-a sem dar todas as respostas, cabendo à criança completar a criação com seu imaginário próprio.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Estágios

Uma vez ouvi da última pessoa que eu queria ouvir que o amor se transforma. Complementou que sentia por mim uma profunda amizade, mas que deveria eu ficar feliz, pois a amizade para ele valia muito mais que amor. Pensei anos mais tarde que poderia estar correto, pois a amizade, dura para sempre se cultivada com carinho.
Hoje compreendo o que ouvi... pois aconteceu comigo. Mas naquele tempo não pude, pois o estágio que estava, não permitia compreender o que só posso entender hoje no degrau certo do meu sentimento.
Existem muitas formas de amar... e sim, o amor se transforma....
Amo muitas pessoas. E todas que passam pela nossa vida, passam por estágios, como se fôssemos ceifando informações para ver o que permanece e o que se esvai.
Você vê pontos em comum, depois o conforto ao estar ao lado dela, a admiração nasce - e é um ponto muito alto... pois quando se admira alguém, quer estar sempre ao seu lado, porque simplesmente vê-lo, te causa prazer como comer um belo tablete de chocolate.
Eu admiro você.
Respeito demais você.
E lhe dar meu sorriso, mesmo que sem nenhuma palavra, é minha forma de dizer que amo você.
Hoje estou sentindo falta de uma irmã... para fofocar, para criticar atitude dos pais, para aconselhar-me nas roupas e principalmente para me fazer rabos de cavalo perfeitos...
Dói-me no fundo da alma saber que tenho você sem nunca ter tido, e só ter uma perspectiva pra isso; como eu queria, eu nunca vou lhe ter... e sabe sangue do meu sangue... eu não tenh oculpa de ter nascido de cabelo liso.
 


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